Rondonista em Santa Rosa de Goias e Mamuel Emidio-PI,em 1977e 1978,gostaria de entrar em contato com participantes.


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09/05/2013 - Projeto Rondon elege nova diretoria e será Instituto

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Histórico



O PROJETO RONDON® ONTEM



O despertar da juventude universitária para as realidades deste País continental e multicultural ocorreu em julho de 1967 com a Operação Zero ao longo da estrada de rodagem em construção para substituir a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, no então Território Federal de Rondônia. Criada e organizada pelo professor Wilson Choeri, que preparou uma equipe de 28 universitários voluntários da então Universidade do Estado da Guanabara, a operação foi dirigida no campo pelo professor Omir Fontoura, daquela instituição universitária.

No retorno, sucesso total: Manchetes nos jornais com entrevistas dos universitários, que voltaram com o slogan Integrar para não entregar. O movimento foi batizado de Projeto Rondon® em homenagem ao bandeirante do século XX, ao pioneiro da integração nacional, o grande humanista Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, que dedicou sua vida à unidade nacional.

Foi tão grande a repercussão que o governo federal resolveu apoiar esse movimento criando um grupo de trabalho no então Ministério do Interior – que era o responsável pelo desenvolvimento regional do País. Posteriormente, esse grupo de trabalho foi transformado em um órgão autônomo da administração direta e, finalmente, em uma fundação pública, por força de lei aprovada pelo Congresso Nacional.

Na operação seguinte, em janeiro e fevereiro de 1968, já participaram 648 universitários de diversas regiões. Com o crescimento do número de participantes a cada operação foram implantados os três primeiros câmpus avançados. Por pressão dos próprios universitários, as operações foram diversificadas e passaram a ser realizadas em todos os Estados.

A cada ano, na operação nacional – sempre realizada nas férias de janeiro e fevereiro – participavam uma média de seis mil universitários, espalhados por todo o País, sempre atuando em uma região diferente daquela de origem.

As operações regionais tinham lugar nas unidades da federação em que se situavam as universidades e fizeram com que os estudantes e as próprias instituições de ensino superior descobrissem as áreas pobres de seus Estados.

Os câmpus avançados eram instalados em uma região cultural bem diferente daquela da sede da universidade. Sempre se evitava a instalação próxima de dois câmpus originários da mesma área cultural. Visava-se uma integração de nossas diversidades culturais, num processo crescente de amálgama da nacionalidade.


O PROJETO RONDON® HOJE



O retorno social, a repercussão e o envolvimento das instâncias participantes do Projeto Rondon® sensibilizaram o executivo federal a apoiar e ampliar as suas ações, criando um grupo de trabalho no então Ministério do Interior.

Posteriormente, transformou esse grupo em um braço autônomo da administração direta e, finalmente, em uma fundação pública, conforme lei aprovada pelo Congresso Nacional. O slogan Integrar para não entregar, criado pelos estudantes, foi preservado.

Em janeiro de 1989, a reforma administrativa instituída pelo então presidente da República José Sarney de Araújo Costa acabou com o maior movimento de mobilização cívica da juventude universitária ocorrido em 22 anos no Brasil.

No entanto, o desejo e a brasilidade dos que participaram desse movimento não permitiram que os princípios do Projeto Rondon viessem a fazer parte apenas da história do País. A mobilização nos diversos cantos do Brasil tornou possível, em 1990, a criação de uma organização não-governamental, a Associação Nacional dos Rondonistas, com afiliadas estaduais denominadas oficialmente de Projeto Rondon®.

Fonte: Projeto Rondon® - Goiás












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