Rondonista em Santa Rosa de Goias e Mamuel Emidio-PI,em 1977e 1978,gostaria de entrar em contato com participantes.


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08/07/2011 - Projeto Rondon® realiza Operação em protesto contra vinda de rejeitos radioativos para Goiás

Movimento no twitter e facebook, além de um abaixo-assinado digital serão deflagrados nesta sexta-feira, dia 8 de julho, e só terminam com a Operação Abadia de Goiás, nos dias 15 a 17 de julho, no município. Participe!

O governo federal pretende construir, até 2016, um depósito para abrigar todo o resíduo nuclear produzido no País. Duas cidades estão cotadas para abrigar o depósito: Abadia de Goiás é uma delas. O Projeto Rondon® Goiás e instituições parceiras coordenarão um movimento que pretende demonstrar ao Brasil que o Estado de Goiás está de portas fechadas para os rejeitos radioativos. O movimento, que angariará adesões por meio das redes sociais twitter e facebook (acesse www.projetorondon-go.org.br), será deflagrado nesta sexta-feira, dia 8 de julho.

Um abaixo-assinado – goiasdiznao – será encaminhado aos deputados federais, senadores e autoridades federais apelando contra a transformação de Abadia em depósito de lixo nuclear do Brasil. O movimento será encerrado nos dias 15 a 17 de julho, com a Operação Abadia de Goiás, força-tarefa que, além de reforçar o protesto, levará ao município, serviços assistenciais nas áreas de saúde, educação, direito e cidadania. A ação será realizada em parceria com a Prefeitura Municipal, instituições de ensino superior e entidades da sociedade civil organizada. O atendimento à comunidade ficará sob a responsabilidade de técnicos e servidores públicos, mas envolverá principalmente os rondonistas, acadêmicos de vários cursos e faculdades da capital.

Lideranças goianas com representação nacional estão sendo mobilizadas. O presidente do Projeto Rondon® Goiás, José Cláudio Romero, assinala que Abadia de Goiás já abriga os rejeitos do acidente com o césio 137 e não merece mais essa cota de sofrimento.

Abadia está sendo cotada porque já abriga, em dois depósitos definitivos, seis mil toneladas de rejeitos contaminados com Césio 137, resultantes do acidente radioativo em 1987. Além disso, reúne, conforme a Cnen, alguns pré-requisitos como ter terreno estável, não estar sujeita a inundações e ser de fácil acessibilidade.

Situada a 24 quilômetros da capital, Abadia tem 6 868 habitantes. “O município não precisa de mais lixo nuclear, mas de cidadania e dignidade.” José Cláudio Romero destaca que a cidade é carente e não dispõe de recursos suficientes para promover a melhoria da qualidade de vida da comunidade. “Segundo a Comissão Nacional de Energia Nuclear, o depósito só será construído com o consentimento da sociedade. Então, vamos nos posicionar, participar, dizer não à vinda dos rejeitos radioativos.”

Serviço
Operação Abadia de Goiás
Abertura oficial: 16 de julho de 2011
Horário: 9 horas
Local: Escola Municipal Professor Neli Antônio dos Santos
Endereço: Rua Campinas, Quadra 01, Lote 16, Setor Central- Abadia de Goiás


Saiba mais

O acidente com o césio 137

O acidente radioativo ocorrido em Goiânia, em 13 de setembro de 1987, foi provocado por uma peça de 120 quilos abandonada, que continha cerca de 19 gramas de cloreto de césio-137. Dois catadores de papel e de sucata – Roberto da Silva e Wagner Motta – conseguiram desmontar uma parte de um aparelho de radioterapia, espalhando pequenas quantidades da substância, o que contaminou amigos, vizinhos e clientes. Devair Alves Ferreira comprou dos dois o núcleo do aparelho, de onde saía uma luz intensa e azul (o césio), que passou a atrair diversas pessoas ao ferro-velho.

O número oficial de mortos devido à contaminação, segundo a Secretaria de Saúde do Estado de Goiás, foi de quatro pessoas, entre elas Devair, sua mulher, Maria Gabriela, e a filha do casal, Leide das Neves Ferreira, de seis anos. No ano seguinte, foi criado o Centro de Assistência aos Radioacidentados Leide das Neves Ferreira, para atender as vítimas do acidente.

O material contaminado foi enterrado em um depósito na cidade de Abadia de Goiás, onde permanecerá por 180 anos. São cerca de seis mil toneladas de lixo contaminado, de acordo com a Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen). Esse material está acondicionado em 1.200 caixas, 2.900 tambores e 14 contêineres revestidos com concreto e aço.


Fonte: Projeto Rondon® - Goiás







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