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17/07/2011 - Prefeito de Abadia de Goiás diz não ao lixo radioativo

Valdeci Mendonça acredita que cidade pode sofrer com estigma, preconceito e desvalorização na indústria e no comércio

O prefeito de Abadia de Goiás, Valdeci Mendonça é contra a vinda do lixo radioativo das usinas Angra I e II para o município. Ele também não concorda que a cidade se torne sede de um depósito nacional, que venha ser destino de rejeitos de outras localidades do País. Acredita que a população não tem consciência da ameaça e de que danos isso pode causar para a cidade.

“Já fomos prejudicados pelos rejeitos do Césio 137, não merecemos ser novamente penalizados”, disse na tarde deste sábado, enquanto supervisionava os trabalhos da Operação Abadia de Goiás, que acontece entre os dias 15 e 17 de julho, e é realizada pelo Projeto Rondon®. A ação faz parte de um protesto contra a transformação de Goiás em sede do depósito de lixo nuclear do Brasil, que, pela proposta, pode ser construído em Abadia de Goiás. Desde o dia oito de julho o Projeto Rondon®. Indignado, o prefeito reclama da falta de informação por parte do Governo Federal que segundo ele, não instrui a população corretamente sobre os danos que a vinda do lixo pode trazer. Ele afirma, entretanto, que o armazenamento dos resíduos não é o que mais lhe preocupa. O armazenamento do Césio 137, por exemplo, é seguro e não oferece riscos à população.

A preocupação de Valdeci é com o preconceito que a cidade sofre devido aos rejeitos já existentes. Ele alerta que a situação que pode ficar ainda pior e afirma que entrou em contato com integrantes da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEM). A promessa que ouviu é que o município não será obrigado a aceitar o lixo, mas o medo que ocorra existe. “Sofreremos ainda mais estigma, preconceito, desvalorização de produtos agrícolas, escassez de indústria e comércio na cidade. Isso vai ser altamente prejudicial. Por isso, Abadia diz não ao lixo radioativo.”


Fonte: Projeto Rondon® - Goiás







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