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18/07/2011 - Acadêmicos que atuaram na Operação Abadia de Goiás voltam para casa satisfeitos e melhor informados

Sensação dos cerca de 50 participantes era de dever cumprido. Eles, que não acompanharam o acidente pois muitos nem eram nascidos, estão mais conscientes

Os cerca de 50 acadêmicos que trabalharam como voluntários na Operação Abadia de Goiás, realizada no município vizinho à Capital pelo Projeto Rondon® Goiás em parceria com a prefeitura municipal, voltaram para casa neste domingo, 17 de julho, às 13 horas. Entre eles, a sensação era a de dever cumprido.

Para o estudante Davi Roberto Rodrigues Rosa, a grande vantagem do trabalho é a prática em sua área. “É muito gratificante. Pude conhecer outra realidade e trabalhar muito.” Os acadêmicos atuaram junto com profissionais voluntários e servidores municipais na assistência social e de saúde à população da cidade

O gerente de planejamento e operações do Projeto Rondon® Goiás, Alexandro Jorge Lima, agradeceu a participação de todos os estudantes e parceiros e comemorou o clima de cooperação do grupo. “Integração é fundamental no projeto Rondon® e no mercado de trabalho. Dinamismo é muito importante”.

O estudante de medicina Marcos Vinícius Muniz Lemos Souto encara a possibilidade de conviver com uma realidade diferente da encontrada no hospital como a grande vantagem de participar de uma ação como a Operação Abadia de Goiás. “Na Operação lidei com a diversidade e o improviso. Aprendi a me adequar às situações e a resolver problemas da melhor maneira, com o material disponível”.

Na opinião de Alexsandro Jorge Lima, a Operação proporcionou aos estudantes conhecimento tanto profissional como pessoal. “Cada um vai levar uma mensagem para o seu cotidiano.” A estudante de Enfermagem Lyriane Apolinário de Araújo já tem a sua. “Não é só ganhar dinheiro, é também ajudar os outros com as ferramentas que eu tenho”, declara.

Os estudantes puderam também se informar melhor sobre o que exatamente foi o acidente do césio 137 e o que ele acarretou para Abadia de Goiás e seus habitantes. Marcos Vinicius admite que conhecia pouco sobre o tema. “Apenas o que está nos livros de geografia. Eu nem sabia que esses rejeitos estavam em Abadia.”

Mais cientes da situação de Abadia de Goiás, os estudantes se mostraram contra a vinda de mais lixo nuclear para Goiás. Marcos acredita que não há um porque de Goiás receber esse material. “A energia nuclear não vem para nós, não recebemos nenhum beneficio, só malefícios”. Lyriane, que antes da operação não sabia da gravidade do acidente do césio 137, encontrou nele seu argumento contra. “O lixo ficou em Goiás. Ninguém quis receber. Por que temos que receber agora? Cada estado que descarte o lixo que produz.”

Davi Roberto, que graças à sua formação como geógrafo estava bem informado sobre o acidente, explica que a vinda de mais lixo radioativo diminuiria a qualidade de vida dos moradores de Abadia de Goiás. “Não existe uma forma segura de transporte e de armazenamento desse lixo”. Ele acredita que o preconceito sofrido pelos moradores da cidade ainda é bastante forte. “As pessoas não sabem fazer a separação das informações. É a opinião sem conhecimento”, lamenta o estudante.

Fonte: Projeto Rondon® - Goiás







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