Rondonista em Santa Rosa de Goias e Mamuel Emidio-PI,em 1977e 1978,gostaria de entrar em contato com participantes.


Postar minha mensagem

Ver outras mensagens

09/05/2013 - Projeto Rondon elege nova diretoria e será Instituto

Ver mais imagens

Notícias



09/05/2013 - Projeto Rondon elege nova diretoria e será Instituto

Em assembleia nos dias 4 e 5, em Brasília, foram eleitos e empossados os novos integrantes do Conselho de Administração e a nova diretoria, presidida por Ruy Montenegro, da Upis. Na oportunidade foi aprovada a proposta de alteração estatutária que transfo

Próximo de completar seus 46 anos Projeto Rondon iniciou uma nova etapa de sua história. Em assembleia nacional realizada nos dias 4 e 5 de maio, em Brasília, foi aprovada a proposta de alteração estatutária que transforma a Associação Nacional dos Rondonistas em Instituto Projeto Rondon. Na mesma assembleia foram eleitos e empossados os novos integrantes do Conselho de Administração e a diretoria da Associação. Um dos pontos de pauta foi a apresentação de um balanço das atividades das representações regionais.

O novo presidente é Ruy Montenegro, vice-presidente da UPIS – Faculdades Integradas (União Pioneira de Integração Social), instituição superior de ensino com mais de 40 anos de história no Distrito Federal. A vice-presidência passou a ser ocupada pelo rondonista Estanislau Monteiro de Oliveira. Goiás está representado. Foram eleitos conselheiros José Cláudio Romero, ex-presidente do Projeto Rondon Goiás, e Alexsandro Jorge Lima, atual vice-presidente.

Pela primeira vez o Projeto Rondon terá um presidente de honra, cargo que será ocupado pelo ex-presidente, Sérgio Mário Pasquali. Ao final da Assembleia, representantes de todos os Estados renderam homenagens ao coronel e professor, cuja história de vida se confunde com a trajetória do movimento. “Para nós, o senhor é a grande referência do movimento, o nosso marechal Rondon”, disse o vice-presidente do Projeto Rondon Goiás, Alexsandro Jorge Lima.

Em seu discurso de posse, o novo presidente do Projeto Rondon nacional relembrou a história do movimento e o apreço que sua família tem pelo projeto – ele é filho de professores. Ruy Montenegro solicitou ao Grupo de Trabalho celeridade para a conclusão dos estudos de modernização administrativa e operacional da instituição. Ele salientou que a nova proposta deverá contemplar a manutenção das associações já existentes, “respeitando, claro, a nova configuração jurídica e legal”. Seis Estados, entre eles, Goiás, têm associações legalmente reconhecidas, que gozam de autonomia.

Sobre as fontes de financiamento, outro ponto bastante debatido durante a discussão da proposta de transformação da Associação Nacional dos Rondonistas em Instituto, Ruy Montenegro disse que tanto as esferas pública e privada podem ser fontes de financiamento para ações. “Devemos buscar os recursos onde houver disponibilidade.” Ainda sobre a captação de recursos, Ruy Montenegro destacou que o Projeto Rondon tem uma força enorme e abre todas as portas.

Neste momento aproveitou para tecer um elogio ao seu antecessor e aos demais membros da diretoria anterior. “Se hoje o Projeto Rondon é um movimento respeitado e conceituado, devemos isso ao coronel Pasquali, ao vice-presidente Aldo Pinheiro da Fonseca e a todos vocês que trabalharam ao longo do tempo para que ele se consolidasse.”

Ruy Montenegro saudou os conselheiros recém-chegados e disse que eles contribuirão para enriquecer o convívio entre os membros. “Espero contar com vocês nesse momento para que possamos dar continuidade ao trabalho, respeitando valores e ideais do movimento. E muito obrigado pela confiança que me dispensaram.” A assembleia foi presidida por Estanislau Monteiro de Oliveira. Ele foi auxiliado pelo coronel Carlos Mussoi Filho.

Homenagem à diretoria que se desligou foi uma aula de história

A assembleia nacional foi palco de uma aula sobre a história do Projeto Rondon. Escalado para o discurso de homenagem à diretoria que se desligava, o assessor internacional da Associação Nacional dos Rondonistas João Paulo Peixoto, que é também professor da Universidade de Brasília (UnB), lembrou que o Projeto Rondon, apesar de ter sido criado durante o Regime Militar, nunca foi “chapa branca”. “Pelo contrário. Surgiu para organizar sociedade, levar cidadania e ensinar a população a reivindicar seus direitos. É um movimento político.”
João Paulo Peixoto salientou que o Projeto Rondon surgiu em um momento muito peculiar da história. “A década de 60 foi extremamente importante para a história do País e do mundo. Foi um período de profundas transformações, que reconfigurou o mundo que vivíamos.” Como exemplo ele citou acontecimentos marcantes, como o surgimento dos Beatles e da pílula anticoncepcional, a primeira viagem à lua e o surgimento dos novos regimes políticos na América latina.
“O Projeto Rondon surgiu como instrumento para canalizar o desejo de mudança dos jovens daquela época. Não surgiu como uma instituição de caridade, mas como instrumento para abrigar o idealismo da juventude”, comenta o profesor. “Lembro-me de uma entrevista do coronel Mauro Rodrigues – primeiro coordenador geral do Projeto Rondon, 1967/1971 –, publicada nas páginas amarelas da revista Veja, em que ele dizia que o movimento não era de novos escoteiros, mas jovens dispostos a trabalhar pela mudança.”
Conforme João Paulo Peixoto, as características originais foram se perdendo ao longo do tempo, mas o Projeto resgatou seu vigor com a criação dos campi avançados das universidades, para o que foi fundamental a atuação do coronel Sérgio Mário Pasquali. O professor destacou também a capacidade técnica e a liderança exercidas à época pelo vice-presidente, Aldo Pinheiro da Fonseca. “Apesar de toda a sua influência, nunca usou desse artifício. Sempre foi uma figura discreta, a serviço do movimento e das ideias rondonistas. Tem grande capacidade técnica e foi liderança de referência, tanto em nível central, como regional.”
Várias homenagens foram feitas pelos Estados ao coronel Sérgio Mário Pasquali. O vice-presidente do Projeto Rondon Goiás Alexsandro Jorge Lima, primeiro a pedir a palavra, foi seguido pelos conselheiros Lilian Lourenço Bastos, do Rio de Janeiro; Hipérides Ferreira de Mello, do Rio Grande do Sul; Xisto Serafim, da Paraíba; Maria de Jesus, do Maranhão; Marilena dos Reis, do Mato Grosso do Sul, entre outros. Todos ressaltaram a liderança do agora presidente de honra do Projeto Rondon, que recebeu uma placa de agradecimento pelos serviços prestados ao movimento.


Fonte: Projeto Rondon® - Goiás







Assine a nossa newsletter e receba as novidades sobre o Projeto Rondon:

Seu nome:


Seu e-mail: